sábado, 17 de outubro de 2009

Fauvismo-Othon Friesz

Achille-Émile Othon Friesz,nasceu em Le Havre no dia de 6 de fevereiro de 1879,ele foi um artista francês de Fauvismo.Ele foi pertencente a um grupo Fauvista junto com:Albert Marquet,Henri Matisse e com Henri Manguin,desde sua fundação.
Foi filho de um capitão,ele não esperava ser um dos maiores pintores do século XX.Porém,entrou na École des Beaux-Arts em Le Havre,ao redor de sua cidade natal.Logo após, partiu para Paris, foi lá que conheceu muitos pintores fauvistas e também tomou conhecimento do que dava para fazer nas ruas parisienses.Com isso seu sonho de ser um grande navegador ia desaparecendo,e o interesse pela pintura ia aumentando,inaugurando em 1912,seu primeiro atelier nas terras de Normandia.Quando volta á Le Havre em 1919,ele começa a ensinar Desenho.Othon Friesz,conheceu também, Raoul Dufi,foi quem compartilhou a decoração de Palais Chaillot,em 1937.Junto com seus colegas, expôs no Salon d' Automme,
fato que deu a criação do Movimento Fauvista.Os quadros de Othon,distinguem-se pela profundidade da composição e pelo dinanismo das formas.É também curioso dizer a respeito da violência que Othon pintava,as suas obras parecendo um pouco "cruas",quer dizer acabadas de nascer.Pode-se observar,por exemplo,na pintura Paysage provençal,feita em 1914.
Falece em Paris,10 de janeiro de 1949.
Abaixo está uma de suas obras:
La Cliotat,1906
Fontes:
pt.wikipedia.org/wiki/Othon_Friesz
Fonte da imagem:
Postado por:Melyssa Wang/Número:24/Turma:5E
André Derain
André Derain (1880-1954), pintor francês, dizia: "As cores chegaram a ser para nós cartuchos de dinamite." Por volta de 1900, ligou-se a Maurice de Vlaminck e a Matisse, com os quais se tornou um dos principais pintores fovistas.
Nessa fase, pintou figuras e paisagens em brilhantes cores chapadas, recorrendo a traços impulsivos e a pinceladas descontínuas para obter suas composições espontâneas. Após romper com o fovismo, em 1908, sofreu influências de Cézanne e depois do cubismo. Na década de 1920, seus nus, retratos e naturezas-mortas haviam adquirido uma entonação neoclássica, com o gradual desaparecimento da gestualidade espontânea das primeiras obras. Seu estilo, desde então, não mudou.
André Derain Foi um famoso pintor frances.
Ele nasceu em 1880, em Chatou, perto de Paris, e morreu em 1954, na França, ele abandonou seus estudos de engenharia muito cedo, para seguir sua carreira de artista.
Em 1905, ele participou de um movimento muito importante, o fauvismo, ele trabalhou junto com Maurice de Vlaminck e Henri Matisse.
Imagens
Enfant courant sur la plage, 1880
Oil on canvas
H. 0.245 ; L. 0.195
Musée d'Orsay, Paris, France
Pont de Charing Cross, 1901
Oil on canvas
H. 0.81 ; L. 1.00
Musée d'Orsay, Paris, France
Auto-portrait dans l'atelier
[Self-portrait in the studio] c.1903
Oil on canvas
42.2 (h) x 34.6 (w) cm
National Gallery of Australia, Canberra
At the Suresnes Ball, 1903
Oil on canvas
70 7/8 x 57 1/8 in. (180 x 145.1 cm)
Saint Louis Art Museum, Missouri

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Biografia de Georges Rouault

Georges Rouault, filho de um marceneiro que trabalhava numa fábrica.Os primeiros contatos com a arte, deram-se na Escola de Artes Decorativas, mas ele só frequentava essa escola nos seus tempos livres, porque trabalhava como aprendiz no atelier. Rouault teve durante alguns tempos da sua vida, o cargo de conservador de um museu, depois, casou-se com uma pianista.Com a morte de Rouault o estado francês recebeu da família do artista cerca de 800 obras inacabadas. A sua obra mais importante é, segundo alguns críticos, a série de pranchas que compõem a Miserere. Esta obra que devia ser feita por 50 pranchas sobre ela e 50 pranchas sobre a guerra, acabou por ser formada só por 58 pranchas ao todo. Residência de Georges Rouault em Beaumont sur Sarthe. Fontes: http://pt.wikipedia.org/wiki/George_Rouault Postado por:Lika oyama 5E nº17

domingo, 30 de agosto de 2009

Neoclacissismo
 Manuel de Araújo Porto-Alegre
 
Retrato de Manuel de Araújo Porto-alegre, 1848, 
Obras de Manuel de Araujo
Porto-Alegre
Dom Pedro I, óleo, 
Selva brasileira, aquarela, 
Estudo para painel decorativo, 1851, 
Pietà, aguada, acervo do Museu Júlio de Castilhos

Filho de Francisco José de Araújo e Francisca Antonia Viana, seu nome de batismo era Manuel José de Araújo, modificado para Pitangueira por espírito nativista, quando da Independência e, mais tarde, chegando à forma definitiva: Manuel de Araújo Porto-alegre, sendo equivocada a grafia Manuel de Araújo Porto-Alegre que alguns de seus biógrafos utilizam.

Porto-alegre chega ao Rio de Janeiro em janeiro de 1827, para matricular-se na Escola Militar do Rio de Janeiro. Estando, porém, a escola fechada, em férias, e como tinha noções de pintura e desenho (tendo sido, inclusive, pintor de cenários de teatro) e se matricula na Academia Imperial de Belas Artes, onde foi aluno de Jean Baptiste Debret.

Em 25 de julho de 1831 viaja para Paris, em companhia de seu mestre e amigo Debret, que deixava definitivamente o Brasil. Na Europa, estuda na Escola de Belas Artes de Paris e viaja pela Itália, Inglaterra, Países Baixos e Bélgica. Volta para o Rio de Janeiro em maio de 1837 e passa a desenvolver atividades variadas como arquiteto, professor de desenho, poeta e, inclusive, crítico e historiador de arte, área na qual também é considerado como fundador da disciplina no Brasil.

Patrono da cadeira 32 da Academia Brasileira de Letras, Araujo Porto-Alegre ganhou nome de rua na cidade do Rio de Janeiro, justamente a rua onde fica a sede da histórica Associação Brasileira de ImprensaManuel de Araújo Porto-alegre foi vereador no Rio de Janeiro, membro do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, e nomeado diretor da Imperial Academia de Belas Artes em 1854, cargo que ocupou até 1857, quando iniciou sua carreira diplomática, primeiramente na Prússia, depois em Dresden (1860) e Lisboa, onde chegou em 1866 e permaneceu até sua morte. Em Lisboa recebeu o imperador Dom Pedro II, quando este saiu em viagem de férias pelo mundo.

Em 1865 encontrava-se em Dresda, na Alemanha, exercendo função diplomática. De lá, escreveu uma carta a seu amigo Joaquim Manuel de Macedo, que era professor dos filhos da Princesa Isabel. Nessa carta ele se declara espírita e fala de suas psicografias recebidas do Plano Espiritual, e conta que a Princesa Isabel lhe perguntou "quem é meu espírito protetor". A carta se encontra arquivada no Arquivo Nacional, no Rio de Janeiro e contém 12 páginas manuscritas. [1]

Em 1874 foi homenageado pelo imperador D. Pedro II com o título de Barão de Santo Angelo.

Casou no Rio de Janeiro em 1838 com Ana Paulina Delamare, baronesa de Santo Ângelo, falecida no Rio de Janeiro em 1901. Tiveram cinco filhos, dentre estes Carlota Porto-alegre, que foi a mulher do pintor Pedro Américo e Paulo Porto-alegre, diplomata.Era amigo e concunhado de Guilherme Schüch,Barão de Capanema,Casado com Eugenia Amelia Delamare.

Seus restos mortais foram trazidos ao Brasil em 1922.

Porto-alegre foi o primeiro artista a publicar uma caricatura no Brasil. Entre 1837 e 1839, de volta de sua viagem à Europa, Manuel de Araújo Porto-alegre produziu uma série de litografias satíricas que eram vendidas em unidades separadas nas ruas do Rio de Janeiro. A primeira circulou em 14 de dezembro de 1837, vendida por 160 réis, tinha por título A campainha e o cujo, não era assinada (sua autoria só seria reconhecida posteriormente) e apresentava o jornalista Justiniano José da Rocha, diretor do jornal Correio Oficial, ligado ao governo, recebendo um saco de dinheiro.

Nesse mesmo ano, o artista escreveria a peça Prólogo dramático, podendo, pois, ser considerado, sem grande margem de erro, nosso primeiro dramaturgo, já que tanto o Barroco como o Arcadismo, isso sem falar na fase inicial do próprio Romantismo, foram, na literatura, movimentos eminentemente poéticos.

Porto-alegre lançou ainda, em 1844, a revista Lanterna Mágica, primeira publicação de humor político da imprensa brasileira, que circulou por onze edições, incorporando a charge e a caricatura, que deixaram assim de ser vendidas separadamente. A publicação, que tinha o subtítulo Periódico plástico-filosófico, apresentava dois personagens que criticavam as situações do momento, Laverno e Belchior, à semelhança dos tipos Robert Macaire e Bertrand, criados pelo caricaturista francês Honoré Daumier e que tinha em Rafael Mendes de Carvalho seu principal desenhista.

Também deixou outras obras, entre elas, Colombo, Brazilianas e a Estátua Amazônica.

(Pietra/25/5E)

Rafael Mendes Carvalho. 

Um caricaturista na Corte

    Nascido em Laguna (SC) e falecido provavelmente no Rio de Janeiro. Pouco se sabe dos anos iniciais de sua carreira, além de que em 1837 era auxiliar do major-engenheiro Jerônimo Francisco Coelho no levantamento da planta de Laguna, e que dois anos depois pintou uma aquarela representando a Entrada da Esquadra Nacional na Vila de Laguna, em 15 de Novembro de 1839.

     Mudando-se para o Rio de Janeiro em fins de 1839 ou começos de 1840, notabilizou-se inicialmente como caricaturista, fazendo publicar a partir de 18 de janeiro de 1840 e até setembro desse ano uma série de 20 litografias jocosas, satirizando com muita verve costumes da Corte.

Decorador e desenhista e estudante

     Em 1841 está entre os ajudantes de Porto-alegre nas obras de reforma do Teatro São Pedro de Alcântara, ao lado de Barros Cabral, Malivert, Olivier e outros pintores-decoradores.

     Nesse mesmo ano publica, às próprias custas, um álbum no qual se apresenta como Desenhista da Casa Imperial: Coleção dos desenhos das principais iluminações nos dias da Coroação do Sr. D. Pedro II.

     Sempre em 1841, como pensionista de sua província natal, matricula-se na Escola de Arquitetos-Medidores, que funcionava desde 1836 em Niterói.

     Em 1842 torna-se aluno da Academia Imperial de Belas-Artes, dizendo Gonzaga Duque que estreou na Exposição Geral desse mesmo ano "com três retratos, uma pequena tela histórica, Desembarque de Pedro Álvares Cabral em Porto Seguroe um esboço para obra de grandes dimensões: Plantação da Cruz pelos Selvagens".

Mas este sou eu?

     Na Exposição de 1843, além de uma Deposição de Cristoexibiu um retrato do Desembargador Silva Pontes.

     Não agradou muito e, sobre a obra, diria o próprio retratado, no seu Diário de um presidente:

     «Para vergonha minha também se acha na exposição o mono que o Rafael diz ser meu retrato.»

Abrindo caminhos

     Em fins de 1844 surgia, no Rio de Janeiro, a Lanterna Mágica, com texto provavelmente de Porto-alegre, acompanhado de uma estampa avulsa, certamente de mão de Rafael, o qual se tornou assim o primeiro caricaturista brasileiro a publicar charges na Imprensa.

     Nos próximos números da publicação novas estampas litografadas vieram a lume, vazadas em excelente técnica e revelando quanto devia, o jovem brasileiro, a mestres como Daumier e Gavarni.

     No entretempo, Rafael fazia tamanhos progressos, na Academia Imperial, que a 17 de setembro de 1845 a Assembléia Legislativa do Império votava uma resolução em virtude da qual o governo ficava autorizado a enviá-lo à Itália, a fim de ali se aperfeiçoar, percebendo a mesada de 80 mil réis.

     Foi, essa, a primeira vez em que um aluno da Academia recebia, assim, um prêmio de viagem.

Um passeio na Argentina e no Uruguai

     Em 1850, já de volta da Europa havia algum tempo, Mendes de Carvalho esteve em Buenos Aires, logo passando ao Uruguai, permanecendo cerca de um ano em Concepción.

     Com o início da chamada Guerra do Rosasem dezembro de 1851, esse ditador lançou mão de caricaturistas para ridicularizar o Império e, de modo especial, o General Urquiza.

     Em janeiro de 1851 o Brasil contra-atacava através de um punhado de caricaturas de Rafael, as quais, distribuídas no teatro de operações e ainda em Buenos Aires e no Paraguai, causaram sensação.

Em Porto Alegre, como retratista

     Depois desse curioso episódio radicou-se o artista em Porto Alegre, como esclarece Damasceno:

     «Não podemos precisar a data de sua chegada à Província. Mas em 1855 já está instalado em Porto Alegre, onde, especialmente como professor de desenho e pintura, concorre de modo sensível para o desenvolvimento do gosto artístico local, à época muito desamparado de recursos e estímulos.»

     Nesse ano de 1855, com efeito, o pintor faz publicar um anúncio, oferecendo seus préstimos como retratista e professor, como segue:

     «Rafael Mendes de Carvalho, retratista, a óleo, acaba de receber de Paris um rico manequim e um sortimento completo de cores, telas, quadros e mais pertences de sua arte que o habilitam para apresentar trabalhos tão perfeitos como os que melhor forem.

     «Tem o seu estúdio a Rua do Ouvidor nº 36, onde as pessoas que o quiserem honrar com a sua confiança acharão as mostras de seus préstimos. Apesar do que, toda vez que a obra não sair a contento, obriga-se a renová-la ou a ficar com ela.

     «Também aceitará discípulos de toda classe de desenho, seja no seu estúdio, em colégios ou casas particulares, afiançando regularidade e desvelo em seu método de ensino. Pode ser procurado das 9 da manhã às 4 da tarde, diariamente, na citada casa de sua residência, Rua do Ouvidor, nº 36.»

Um fim incerto e não sabido

     Em Porto Alegre, onde se demorou aparentemente apenas alguns anos, executou Mendes de Carvalho vários retratos, decorações de bailes e obras de cenografia, além de ter lecionado a vários discípulos.

     Depois, não se sabe se deixou a cidade ou se nela veio a falecer, faltando-nos detalhes sobre seus derradeiros anos.

     Do artista, que praticou ainda a paisagem, ficou-nos somente um perfil grotesco, estampado no Charivari Nacional, jornal que se publicava no Rio de Janeiro em 1859. Nele, Rafael é descrito como uma espécie de lacaio de Porto-alegre, "um crioulo guapo, sacudido e vivo como azougue... um velhacote que sabe vender o seu peixe".

(Pietra/25/5E)

 

Neoclassicismo-Giovanni Battista Tiepolo

Giovanni Battista Tiepolo,ou pode ser chamado de Giambattista Tiepolo, nasceu em 15 de março em 1696 em Veneza,ele foi um dos grandes mestres da pintura italiana.Foi filho de Domenico,um pequeno armador, e de Orsetta Maramgon.Giovanni,foi batizado no mesmo ano no dia 16 de abril,seu pai faleceu no ano seguinte,deixando sua família com grandes dificuldades financeiras.No ano de 1710,teve suas primeiras formações,no ateliê de Gregorio Lazzarini,era um pintor de estilo que é composto de diferentes elementos,era capaz de unir os diferentes estilos da tradição de Veneza.Desde cedo,Giovanni era influenciado pela pintura tenebrosa de Federico Bencovich e de Piazzeta,e também teve uma forte interferência de Tintoretto e Paolo Veronese,os mestres da Renascença Veneziana.No ano de 1715,ele começa a pintura na igreja veneziana de Nossa Senhora dos Órfãos,usando tons escuros e um brutal claro-escuro e figuras dos apóstolos.Nesta época,trabalha para o doge que governa a cidade e se chama Giovanni II Cornaro,em seu palácio pintava retratos e quadros,dentre alguns quadros do doge Cornaro(1716) com tons de pastel mornos e claros,lembrando o trabalho de Sebastião Ricci.No dia 11 de agosto,na festa de S.Rocco,o esboço para o "Mergulho do Faraó".No ano de de 1717 teve seu nome falado pela primeira vez dentre um dos grandes pintores de Veneza.Giovanni realiza suas pinturas em diversos palácios.Em 1730 ele realiza "O Triunfo das Artes" em Milão.Giovanni Battista Tiepolo falece no ano de 1769.
Vou citar agora uma das seis obras mais bem vendidas:
-Retrato de uma mulher com Flora
-A Lamentação
-Alexandre e Campapse no estúdio de Apeles
-A Deposição de Cristo no Túmulo
-"Putti"com molhos de trigo e uvas
-Rinaldo abandonando Armida
-Apollo homenageado pelas musas
Algumas imagens de suas obras:
A Cólera de Aquiles
Aparição do Anjo a Sara
Fontes;
Postado por:Melyssa Wang/Número:24/Turma:5E

sábado, 29 de agosto de 2009

Neoclassicismo-Lawrence Alma-Tadema

Lawrence Alma-Tadema,foi um dos mais notáveis desenhistas e pintores do neoclassicismo europeu.Ele começou a desenhar e pintar desde os 16 anos em Antuérpia onde frequentou a academia de arte de Gustave Wappers.Mais tarde transferiu-se ao ateliê de Henri Leys,onde veio a servir de assistente.Em alguns anos seguintes Lawrence Alma-Tadema trabalhou como um artista independente,frequentando,o ateliê de Joseph Laurent Dyckmans ou no ateliê de Gustave Wappers de aprendiz.Uma pintura dele já foi premiada com uma medalha no ano de 1864 em um salão pariense.Aconteceu o mesmo, na exposição internacional de Paris,que ocorreu em 1867,suas peças em exibição também foram recebidas com prêmios.Acompanhado pelas suas duas filhas chamadas:Laurence e Anna,Lawrence se mudou para Londres no ano de 1870.Dedicou-se nos anos seguintes a pintar quadros inspirados na antiguidade,no classicismo greco-romano.No ano de 1876 a Royal Academy of Arts recebeu Lawrence na condição temporária de Associate,ou seja, membro associado.Três anos mais tarde,essa mesma instituição o convidou a fazer parte de um quadro de membros regulares.Nos setenta anos de idade,Lawrence Alma-Tadema morre em Wiesbaden,na Alemanha. Vou citar algumas obras de Lawrece Alma-Tadema: -Egípcios 3000 anos atrás (1863)Museum and Art Gallery,Preston Reino-Unido -Um egípcio em sua porta de entrada (1865) -A múmia (1867) -O camarista de Sesostris(1869) -Uma viúva egípcia(1872)-Rijksmuseum,Amsterdã,Países Baixos -A morte do primogênito(1873)-Rijksmuseum,Amsterdã,Países Baixos -Uma audiência em Agripa(1876)-Coleção particular -Outono:Festa da Vindima(1877)-Birmighan Museums and Art Gallery -Safo e Alceu(1881)-Walters Art Museum,Baltimore,USA -O caminho ao templo-(1883)-Royal Academy of Arts,Londres,Reino Unido -As mulheres de Anfisa-(1887)-The Clark Institute,Williamstown,USA -As rosas de Heliogábalo-(1888)-Coleção Particular -Um ponto de vista avantajado-(1895)-Coleção Particular -Um costume favorito-(1909)-Coleção Particular Entre outras As Rosas de Hiegábalo

Fontes:

http://www.wikipedia.com/

Postado por:Melyssa Wang/Número:24/Turma:5E